segunda-feira, 12 de abril de 2010

…

Tu nada mais…


Nos olhos brilhantes, como a luz vermelha da tua mente, pensas chorar o pó da tua morte...

As lágrimas, frias, que deitas fora. São braços de crianças que por ti chamam.

És tu e os teus medos, dentro de pequenos frascos de vidro.

São as tuas lágrimas…

És tu, nada mais.

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