sábado, 3 de novembro de 2012

Hoje longe. Amanhã!


Hoje longe. Amanhã!

Hoje; a luz do pequeno candeeiro balança na minha cabeça.
A luz; sempre a luz que apago quando me deito.
O seu desaparecimento adormece-me.
Durmo; permaneço vivo num mundo qualquer, meu, só meu.
Longe; longe da luz, longe do candeeiro, longe de meu corpo. Longe!
Hoje; não existe qualquer noção do tempo. O hoje não existe.
Amanhã; acordo e dou vida à luz do candeeiro. Hoje!?

 

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