A chama do desconhecido emana uma forte sombra,
Onde me vejo reflectido.Deixo de beber a água que nasce em meus olhos,
Para poder ver a poeira que chove.
Com um sopro a poeira pousa em minha mão
E nasce de novo o Sol.
Regado pelas lágrimas que deixei de beber
Perco a minha sede de distância
Para te ver nascer.
Chama do deserto que me acompanha,
Quando não te vejo crescer.
Sem comentários:
Enviar um comentário