
Gostava de viajar de uma garrafa para outra, dentro de pequenas gotas rubras e ficar bêbado com a surdez de teus olhos.
Gostava de flutuar no cheiro a vinho de cada palavra que não ouvi, enquanto cantavas, muda, para mim.
Gostava de beber o aroma líquido da tua essência, pousar no copo que me serviste e perceber o que sentes.
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