
No monte mole, tudo escorre enquanto dorme.
Anémonas de algodão correm atrás de seus viscosos filhos; dementes!
Durante a luz, quando o sol derrete, a esponja ausente canta.
Todos ouvem, todos acompanham o seu cantar.
Quando a luz acaba o monte acorda; pára de escorrer.
O calor do fim da luz solidifica os, gelatinosos, corpos dos habitantes do monte mole.
Durante esta nova claridade tudo brilha; cintila!
Existe!
No monte mole de papel tudo é diferente; distante!
Para sempre!
O rio de lama, queimada, alimenta toda a manada; pastor! Enquanto pequenos gnomos de esferovite brincam nas suas margens. Leito!
Perfeito?!
Na monda, ceifeiras cortam a cabeça à morte; sorte! Pedras, bebés, saltitam na mente nómada de um viajante; louco!
No monte o sol volta a derreter e durante a luz;
Tudo escorre enquanto dorme! Cintila! Existe! Distante! Para sempre! Pastor! Leito! Perfeito! Louco!?
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