Sem
luz,
Sem
sombra,Apenas se conduz
Este ser que vos assombra.
Vós,
Corpos
próprios,Sempre sós,
Com os vossos vícios.
Não
vês por dentro,
Não
sabes,Estás morto
E nada ouves.
Estás doente,
Mas mostras-te saudável,
enganas-te,
és um ser desprezível.
A droga do nosso ser ,
É a aparente normalidade,
Em que todos estão a viver,
Sem ter essa vontade.
Aquela que sinto,
Quando veja a natureza
Do INF INITO.
Mascaras
que vestimos,
Para
os outros agradarmos,Nos seus pensamentos.
São aquilo que dos outros vemos,
E de que facilmente gostamos.
O maior dos nossos encantos,
É a beleza que vemos,
Mas a maior beleza, que temos,
É aquela que não vemos.
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